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Diário do "bipolar"

"Diário do amor, em parcelas escritas de lágrimas, silêncios e ânsias. O tempo igual ao de todos, pincelado de saudade e esperança. A luz que surge no caminho. Viver. Cair e levantar. Em cada dia."

Diário do "bipolar"

"Diário do amor, em parcelas escritas de lágrimas, silêncios e ânsias. O tempo igual ao de todos, pincelado de saudade e esperança. A luz que surge no caminho. Viver. Cair e levantar. Em cada dia."

Só te quis amar

Lindolfo Alexandre Cunha | 22.05.18
Caio!Parece não existir fim.Tudo parece perfeitamente imperfeito.Não acredito, não quero acreditar mais.Não tenho porque lutar, não tenho nada mais para vencer.Acreditei.Fizeste-me desacreditar.Des (...)

Um novo percurso

Lindolfo Alexandre Cunha | 08.05.18
Desacreditou.Sentiu que não era mais capaz. Via tudo a desaparecer muito devagarinho.Estava desolada.Os olhos percorriam as linhas de um livro interrompendo com olhares vazios na paisagem. (...)

Espero que aceites

Lindolfo Alexandre Cunha | 04.05.18
Era quase noite quando conseguimos chegar aquele areal dourado. Há muito que não conseguíamos fazer um programa romântico. Horários incompatíveis, a meteorologia conspirava contra nós. Se (...)

Não pares de dançar

Lindolfo Alexandre Cunha | 29.04.18
A subtileza com que me agarras, o encanto com que o teu corpo se une ao meu, respira-se as feromonas. Deixas-me doido, quero sair daqui contigo mas não quero que me largues. Os teus lábios (...)

O meu arco-íris

Lindolfo Alexandre Cunha | 28.04.18
A chuva não para de cair no telhado. É um som agradável e relaxante.Desperta a nostalgia e a saudade.Sempre foi tudo tão delineado, desde sempre dissemos que não poderia existir sentimento.

O espelho

Lindolfo Alexandre Cunha | 26.04.18
O espelho reflectiu uma imagem de alguém cansado. Não há expressão, não há essência, não há mais nada para além de uma imagem estranha.Observo as olheiras, são os sinais de um sono (...)

Sinto o teu amor

Lindolfo Alexandre Cunha | 25.04.18
- Senta-te, preciso de te fazer uma pergunta. Sentiu-se a tensão.- O que se passa?Era evidente a preocupação. - Senta-te e relaxa por favor. - Fala comigo. O que tens?Respirou fundo. - (...)